Evolução dos parques, distritos de inovação e cidades inteligentes

A segunda plenária tratou sobre a evolução dos parques tecnológicos, distritos de inovação e cidades inteligentes e como estes ambientes de inovação transbordam o espaço físico para influenciar as novas formas de viver e trabalhar com mais qualidade de vida.
O presidente da Associação Internacional de Parques Científicos e Áreas de Inovação (Iasp), Josep Piqué, da Espanha, apresentou cases internacionais para inspirar novas oportunidades para o Brasil. O Deputado Otávio Leite, debatedor do painel, apresentou as suas contribuições para as legislações de parques, empresas junior e investidor anjo, com o intuito de ajustar as leis para dar conta das novas demandas.

Segundo Piqué, é preciso compreender os papéis dos agentes envolvidos, pois estamos conectados com os ecossistemas globais. “É um trabalho de complexidade, que compreende o uso de tecnologia a nível global para trazer soluções locais. É fazer conexão com outros ambientes e buscar solução em outros lugares do mundo. É perceber as rotas de interconexão, administrar talentos globais e gerar novos, porque o problema de retenção é latente. Se os jovens não percebem oportunidades no entorno, eles vão embora. A internacionalização começa na dimensão local, apostando no empreendedorismo desde os primeiros anos da escola”.

Sessões técnicas paralelas
Ainda na terça, 24, foram apresentados os artigos aprovados na chamada de trabalhos, relacionados aos temas tratados na Conferência como Ambientes de inovação e a transformação das cidades, Investimento em empresas e ambientes de inovação, marcos legais e a promoção da inovação e fórum de boas práticas. Paralelamente aconteceu o Encontro Nacional dos Ambientes de Aceleração, reunindo representantes e convidados de aceleradoras, que tratou sobre o futuro dos ambientes de aceleração, melhores práticas em métricas e indicadores de impacto.